São Paulo, 22 de setembro de 2026 — Nesta manhã, o presidente do SindiQuímicos Guarulhos e Região, Antonio Silvan Oliveira, esteve à frente da comitiva formada pela FEQUIMFAR/Força Sindical, FETQUIM/CUT, CNTQ e demais sindicatos filiados, que entregou aos representantes patronais do Grupo CEAG-10 da FIESP a Pauta de Reivindicações da Campanha Salarial e Social 2026/2027, com data-base em 1º de novembro. A partir de agora, iniciam-se oficialmente as negociações coletivas em defesa dos trabalhadores do setor químico, plástico e fertilizantes de todo o Estado de São Paulo.
A entrega reuniu lideranças de diversas regiões, demonstrando que a unidade da classe trabalhadora é a nossa maior força para conquistar avanços e barrar retrocessos nas mesas de negociação.
O presidente da FEQUIMFAR e vice-presidente da Força Sindical, Sergio Luiz Leite — Serginho — destacou a importância da união entre as entidades:
“Nossa luta é clara: queremos aumento real nos salários, valorização do piso, da PLR, do cartão-alimentação e, acima de tudo, a manutenção de cada direito que já conquistamos com luta nas Convenções Coletivas de Trabalho. Não abrimos mão de nada.”
Antonio Silvan Oliveira, presidente do SindiQuímicos Guarulhos e Região, ressaltou o peso desta negociação para todo o movimento:
“A negociação do setor químico e plástico serve de referência para toda a categoria. Ir à mesa exige cautela, serenidade e, sobretudo, pulso firme. Cada negociação é única — e vamos garantir que nenhum direito seja perdido. Os avanços nas cláusulas econômicas precisam, no mínimo, repor a inflação e garantir ganho real para todos os trabalhadores.”
O que os trabalhadores exigem:
Reajuste salarial: reposição integral da inflação (INPC/IBGE, período nov/2025 a out/2026) + ganho real de 3%
Piso salarial: R$ 2.800,00
PLR: equivalente a 2 pisos salariais
Cesta básica / cartão-alimentação: R$ 350,00
Redução da jornada de trabalho — sem redução de salário
Igualdade salarial entre mulheres e homens, em cumprimento à Lei nº 14.611/2023
Políticas de prevenção ao feminicídio e enfrentamento à violência contra a mulher
A mesa de negociação é o espaço de diálogo, mas a mobilização nas bases é o que vai garantir que cada ponto desta pauta seja levado a sério. A categoria está unida.




