União de movimentos Sindicais e Sociais adia votação de projeto de extinção da FURP

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Updated: outubro 8, 2020

No dia 8 de outubro, o governador João Doria do PSDB, autor do PL 529/2020 sofreu nova derrota no plenário da Assembleia Legislativa. Como vem se repetindo desde o dia 28 de setembro, os opositores do projeto – Movimentos Sindicais e Sociais unidos conseguiram adiar a votação.

Os governistas do PSDB tinham conseguido 48 assinaturas para abrir a segunda sessão extraordinária. Mas o deputado Tenente Coimbra retirou sua assinatura, o que derrubou o quórum. “Todos que acompanham o nosso trabalho sabem o quanto este Sindicato tem lutado para manter a FURP em funcionamento e os trabalhadores empregados e valorizados, então este adiamento representa a força dos movimentos sindicais e sociais”, destaca Antonio Silvan Oliveira, presidente do SindiQuímicos e CNTQ.
Para o Coletivo Cientistas Engajados, o governo PSDB está tendo de recuar, admitindo retirar do texto as Universidades Estaduais (USP, Unicamp e Unesp) e a Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estados de São Paulo), que terão seus fundos especiais confiscados. E a Fundação para o Remédio Popular (FURP), Fundação Oncocentro de São Paulo (Fosp), Fundação Instituto de Terras de São Paulo (Itesp) e o Instituto de Medicina Social e de Criminologia (Imesc), que o governador pretende extinguir por meio do seu projeto.
Os movimentos deverão manter a pressão para assegurar a existência do Instituto Florestal, do CDHU e EMTU, também na mira do governador.

Fonte: Troad Comunicação com informações da Rede Brasil Atual.

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