Nota do Sindiquímicos Guarulhos sobre a Taxa Selic

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Updated: fevereiro 7, 2018

E mais uma vez, mesmo longe de ser o ideal, o Copom reduziu  os juros. Desta vez para 6,75%. Como ocorreu ao longo do ano de 2017, o movimento Sindical vem pressionando as autoridades de forma eficiente para que haja a redução em patamares ainda mais ousados.

O momento pede que esta redução chegue ao juro real, possibilitando assim que haja o aumento no consumo e a retomada do crescimento.

O Brasil caminha de forma devagar quanto a exportação, mas precisa retomar os tempos áureos do mercado interno com a população indo às compras, o que consequentemente irá gerar mais negócios e oportunidades de trabalho.

Infelizmente o nosso Governo Federal está comprometido e devendo favores para o sistema financeiro e tem trabalhado ao seu favor em detrimento da população, o que exige uma maior mobilização da sociedade.

Vivemos um contrassenso com a taxa Selic em 6,75%, uma inflação estimada em 2,95% e taxas de juros do cheque especial e do rotativo do cartão de crédito em patamares altíssimos, o que inviabiliza a retomada do crescimento e do desenvolvimento do País.

Seria agiotagem o que o sistema financeiro vem praticando? E o Governo Federal, o que pensa em fazer diante deste crime que lesa o bolso de todos os brasileiros?

E como desculpa por estas cobranças exorbitantes, o Banco se vale da desculpa de que  a razão dos juros altos é a inadimplência. Uma inverdade. Destaca-se também que as empresas movimentam os salários dos trabalhadores neste sistema financeiro, o verdadeiro beneficiado nesta transação, enquanto, o trabalhador é refém deste sistema inescrupuloso.

Falar em inadimplência, em spread bancário e risco quando se tem o controle do crédito salarial é uma pouca vergonha.

Temos que mudar este cenário.

A taxa Selic continua longe do ideal e o País perde uma nova oportunidade de apostar na produção, consumo e geração de empregos.

 

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