Na China, Serginho, da Força, defende BRICS Sindical permanente

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Updated: julho 27, 2017
Na reunião das centrais sindicais que fazem parte do grupo de países Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), encerrada ontem, em Pequim, na China, um sindicalista brasileiro se destacou nos debates e formulações. Sergio Luiz Leite, presidente da Fequimfar e 1º secretário da Força Sindical, fez parte da delegação brasileira e se pronunciou durante o painel “Iniciando a Nova Década de Ouro: Aumentando o intercâmbio e a cooperação no mundo do trabalho entre os países do BRICS”.
Serginho falou sobre o atual cenário político e econômico do Brasil e as lutas e desafios do movimento sindical: “Além do fortalecimento das relações comerciais, precisamos efetivamente manter e ampliar direitos dos trabalhadores, melhorando a vida das pessoas. A globalização, da forma que está, tem distribuído desemprego, miséria, redução de direitos, entre outras mazelas. Queremos a globalização inclusiva, com distribuição de renda, trabalho decente, sem discriminação, com geração de emprego, saúde, educação, inclusive, desenvolvimento sustentável, conforme Agenda 2030 da ONU”, destacou.
Na oportunidade, ele também ressaltou a importância da reconhecer, oficialmente, a participação dos trabalhadores no Brics, enquanto Fórum de Debates, o Brics Sindical, reiterando que a integração econômica deve observar o respeito aos direitos trabalhistas e sociais em todos os países membros do grupo.
Amanhã, dia 26 de julho, as delegações sindicais participam da Reunião dos Ministros do Trabalho e Emprego do Brics, quando deverão entregar um documento conjunto das Centrais aos ministros.
Ele falou sobre o atual cenário político e econômico do Brasil e as lutas e desafios do movimento sindical: “Além do fortalecimento das relações comerciais, precisamos efetivamente manter e ampliar direitos dos trabalhadores, melhorando a vida das pessoas. A globalização, da forma que está, tem distribuído desemprego, miséria, redução de direitos, entre outras mazelas. Queremos a globalização inclusiva, com distribuição de renda, trabalho decente, sem discriminação, com geração de emprego, saúde, educação, inclusive, desenvolvimento sustentável, conforme Agenda 2030 da ONU”, destacou.
Na oportunidade, ele também ressaltou a importância da reconhecer, oficialmente, a participação dos trabalhadores no Brics, enquanto Fórum de Debates, o Brics Sindical, reiterando que a integração econômica deve observar o respeito aos direitos trabalhistas e sociais em todos os países membros do grupo.
Amanhã, dia 26 de julho, as delegações sindicais participam da Reunião dos Ministros do Trabalho e Emprego do Brics, quando deverão entregar um documento conjunto das Centrais aos ministros.

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